Se houvesse um
caminho por entre as folhas de Outono, em que te pisasse os calos da incerteza,
Com certeza, e
sem tristeza
Daria de mim
mesma a eternidade
do que aconteço,
E desapareço.
Pelo caminho que
vou palmilhando, onde olhar em frente é ver-te o mar.
E ao sossegar,
sem respirar,
Vou dando bocejos
de infinito.
...É que há horizontes que
nos sobressaltam.
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Escreve, escreve, bandido