Já passou algum tempo desde a última vez que escrevi aqui coisas…
Andei ausente de mim mesma - do meu lado artístico e sensível, até.
Foi um ano estranho, o de 2011, onde muita coisa aconteceu num curto espaço de tempo.
Foi um ano estranho, o de 2011, onde muita coisa aconteceu num curto espaço de tempo.
Nunca tiveram a sensação de que quando tudo acontece num curto espaço de tempo, parece que as coisas, afinal, são infinitamente longas?
De Julho a Setembro passaram 2 anos em vez de 2 meses. Em Dezembro passaram décadas, em vez de semanas...
Sinto-me velha, mas não aquele tipo de velho-trapo. É mais como uma uva madura, boa para vinho tinto.
Apetece-me estar numa pipa fechada durante uns bons meses ou anos, para sair de lá melhor do que como entrei.
De repente, estou em 2012… o ano em que o mundo acaba. Como acabou no ano do Diabo (1999), e na passagem para o ano 2000. (Ah! E entretanto acabou mais um par de vezes, segundo um qualquer fanático religioso, chamado de não-sei-quê…)
Não tenho medo.
Deixei de ter medo. O meu único medo é o de ter medo, por isso, medo jamais terei!
Maynard James Keenan escreveu, «não há amor no medo» … e eu acrescento, nem vida!
Estou farta do medo. Não do meu, do nosso.
Prefiro olhar para cima.


Voltaste !!! :')
ResponderEliminarVou voltando "em jeito de Pitigrilli", como escrevi há uns anos.
ResponderEliminarObrigado Sara, por visitares o meu cantinho.
Vou escrevendo, sim* Beijinhos!