Há uma paz temporária, no entretanto entre o sorriso e a palavra.
O momento em que o embaraço se torna num conforto estranho, que sabe tanto a mar como a rio,
desde que leve, suave, húmido,
num Verão sem ondas de incerteza e gasto.
A paz em que nos encontramos com o lado claro do que queremos que seja em nós.
Escreve, escreve, escreve, escreve!
ResponderEliminarO coração precisa. O teu, e o meu!
A ver se dizes coisas.
Beijinhos.
Kei