segunda-feira, 9 de abril de 2012

Acto XXXIV



Há uma paz temporária, no entretanto entre o sorriso e a palavra.
O momento em que o embaraço se torna num conforto estranho, que sabe tanto a mar como a rio,
desde que leve, suave, húmido,
num Verão sem ondas de incerteza e gasto.


A paz em que nos encontramos com o lado claro do que queremos que seja em nós.

1 comentário:

  1. Escreve, escreve, escreve, escreve!
    O coração precisa. O teu, e o meu!

    A ver se dizes coisas.

    Beijinhos.
    Kei

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Escreve, escreve, bandido