Acto XVLV
Há milhares de histórias de amor.
As que mais gosto são aquelas que estão por escrever.
(quais pedras no caminho
que chutamos
tropeçamos
desprezamos
fotografamos
numa memória embrenhada em enredos
escritos por segredos
de amor que não volta a nós.)
Há milhares de histórias de amor.
As que mais gosto são aquelas que nunca Li.
(quais paredes brancas
que pintamos
sujamos
mijamos
e apedrejamos
num conto feito de personagens
que nos atravessam as paisagens
feitas de amor que nunca volta atrás.)
Já tinha saudades de te ler.
ResponderEliminarPara quando um pensamento DAQUELES?
(e já voltavas a cantar também, só naquela!)